top of page

Hospital Monte Sinai realiza mais um procedimento inédito em MG



Equipe médica do Hospital Monte Sinai: especialistas em cirurgia endovascular e radiologia intervencionista Magnum Matos, Rafael Gomide Alcântara, Thiago Abdala e Thaiza Filgueiras
Equipe médica do Hospital Monte Sinai: especialistas em cirurgia endovascular e radiologia intervencionista Magnum Matos, Rafael Gomide Alcântara, Thiago Abdala e Thaiza Filgueiras





















Procedimento permitiu salvar a perna de uma paciente idosa usando uma tecnologia moderna que, por angioplastia, foi realizada litotripsia intravascular por shockwave.


A paciente é portadora de doença arterial oclusiva periférica que obstrui as artérias da perna. Há dez anos, ela já havia sido submetida a um procedimento de revascularização – uma angioplastia com colocação de vários stents para recanalizar o fluxo de sangue da perna.


Mas um ano depois seu quadro evoluiu com a oclusão desses stents. O recurso, naquela época, foi submetê-la a um procedimento cirúrgico aberto, um tipo de enxerto chamado bypass. Mas este bypass, depois, também ocluiu.


A idosa foi internada no Monte Sinai, recentemente, por úlcera no pé decorrente da obstrução das artérias. E para cicatrizar esta úlcera seria necessário novo procedimento de revascularização. Mas, devido à sua idade, nova intervenção só seria suportada por procedimento minimamente invasivo.


Porém, agora há uma tecnologia ultramoderna que permitiu desobstruir os stents - o Shockwave- utilizado pela equipe composta pelos especialistas em cirurgia endovascular e radiologia intervencionista Magnum Matos, Rafael Gomide Alcântara, Thiago Abdala e Thaiza Filgueiras.


Em nova angioplastia, eles fizeram a litotripsia quebrando as placas calcificadas e permitindo que o sangue voltasse a circular até o pé, o que permitirá a cicatrização da úlcera.


O Shockwave é ligado a um gerador, como os utilizados no tratamento para quebra de cálculo renal. Esse gerador dispara ondas de pressão sonora capazes de fraturar o cálcio que provoca a obstrução.


O uso da tecnologia foi um sucesso nesse caso e permitiu salvar o membro da paciente. Sem esse recurso, não seria possível recanalizar o stent de maneira adequada. Outra saída, sem essa evolução da técnica, seria a amputação da coxa, trazendo grande risco na idade atual da paciente e cursando com comprometimento importante nas atividades do dia-a-dia.


37 visualizações1 comentário
Banner-Sidebar-Residencia-402x1024.jpg
Banner-Sidebar-Revalida-402x1024.jpg
Banner-Sidebar-Atualizacao-402x1024.jpg
MedFlix Zaza.png
bottom of page