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Síndromes coronarianas instáveis com supradesnivelamento de ST



1. Quais os fatores de risco para doença aterosclerótica?

Não modificáveis: sexo, idade, hereditariedade;

Modificáveis: dislipidemia, tabagismo, DM, HAS – maiores; sedentarismo, obesidade, depressão e estresse permanente – menores.

2. Quais os fatores protetores para doença aterosclerótica?

Exercício físico regular, consumo de frutas e vegetais.

3. Cite os fatores envolvidos na aterogênese.



4. Como é o mecanismo de trombose na placa?

A instabilidade da placa expõe o endotélio aos elementos do sangue, dispara os mecanismos de coagulação, com formação de trombo, que pode levar à oclusão parcial do vaso, IM sem supra de ST ou oclusão total, IM com supra de ST.

5. Quais são os eventos isquêmicos de uma oclusão parcial da coronária?

Angina instável, infarto sem supra de ST.

6. A partir da oclusão total do vaso, qual a ordem de eventos nas células miocárdicas?

Normais (+- 15min);

Isquemia;

Necrose > 6 horas.

7. Qual é a definição enzimática de infarto do miocárdio?

Troponina > percentil 99 do valor de referência.

8. O diagnóstico do IAM é dado pela elevação de qual enzima fundamentalmente?

Troponina.

9. Quais os diagnósticos diferencias de IAM?



10. Quais as manifestações atípicas do IAM?



11. Quais são as alterações eletrocardiográficas evolutivas no IAM?

Supra desnivelo de segmento ST, equivalente à lesão celular;

Onda Q em área de necrose, morte celular;

Inversão de onda T com aparecimento tardio, isquemia.

12. Quais os segmentos que correspondem às áreas de irrigação das coronárias no ECG?



13. No ECG, como devo interpretar se tivermos supradesnivelamento do segmento de ST e infradesnivelo de ST?

Considerar o supradesnivelo, o infra é a imagem em espelho.

14.O diagnóstico do IAM com supradesnivelamento de segmento ST é dado por?

Clínica do paciente e ECG (não aguardar marcadores de necrose, pois podem levar 4 horas para alterar).

15.Quais os marcadores biológicos de necrose miocárdica?



16 . Qual a classificação clínica e sua relação com supra de ST no que diz respeito à mortalidade em IAM?



17 . Qual a conduta a se tomar ao admitir um paciente com suspeita de IAM?

ECG de 12 derivações o mais rápido possível (idealmente dentro de 10 minutos);

Dosagem de marcadores séricos o mais rápido possível na fase aguda, mas sem atrasar a reperfusão;

Internação em unidade coronariana;

Monitorização eletrocardiográfica por 24 horas;

Alta hospitalar precoce (48-72 h) em paciente estáveis, submetidos a reperfusão por angioplastia.

18.Quais são as contraindicações para uso de nitrato no tratamento de IAM?



19 . Quando devo submeter o paciente à oxigenioterapia no tratamento de IAM?



20. Quando o uso de betabloqueador é indispensável no tratamento de IAM?

IC ou FE menor ou igual a 40%;

Taquicardia persistente.

21.Qual o valor de LDL que devo buscar no tratamento de IAM?

LDL < 55 ou 50% a menor do que era.

22. Qual é mais recomendado: IECA ou BRA?

IECA.

23. Qual a dosagem de clopidogrel que devo iniciar, e depois manter, no tratamento do IAM?

• Dose de ataque de 600 mg, seguido de 75 mg/dia.

24.Qual a dosagem de aspirina que devo iniciar, e depois manter, no tratamento de IAM?

Dose de ataque de 150-300 mg, seguido de 75-100 mg/dia.

25 . Qual esquema de heparina é utilizado para o tratamento de IAM?


26. Quando devo indicar terapia de reperfusão ao meu paciente?

Reperfusão em todos os pacientes com menos de 12 horas de início dos sintomas.

Sem supra de ST -> angioplastia, se:

§ Instabilidade hemodinâmica;

§ Angina refratária;

§ Arritmia grave;

§ Complicações mecânicas;

§ Labilidade de ST;

27. Quais são os fatores de risco para sangramento na terapia de reperfusão?



28. Quais as contraindicações absolutas à terapia de reperfusão com trombolítico?



29. Qual o esquema utilizado para tratar IAM?



30. Quais orientações devem ser dadas ao paciente no pós-alta?

Controle dos fatores de risco: cessar o tabagismo, prescrever dieta do mediterrâneo, início de atividade física de intensidade leve e moderada, controle da PA < 140/90 mmHg e 130/80 mmHg se DM, IC ou IR. Redução do LDL-colesterol < 50 mg/dl e tratamento do diabetes se houver. Fazer uso constante e correto da medicação prescrita.

31. Quais as contraindicações para reabilitação?



32. Ao se tratar HAS em coronariopatas, quais as preferências entre os fármacos?

Betabloqueador;

IECA (BRA), principalmente nos pacientes com disfunção ventricular;

Espironolactona, em casos resistentes, como quarto fármaco;

Antagonistas do cálcio nos intolerantes aos betabloqueadores na ausência de disfunção ventricular.

33. Quanto a antiagregação plaquetária qual esquema devo usar habitualmente?

Dupla, preferencialmente, com aspirina 75-100 mg/dia e clopidrogrel por 12 meses. Um dos dois deve ser mantido indefinidamente após esse período.

34. Qual meta terapêutica e fármaco deve-se escolher para controle dos níveis de colesterol em pacientes pós-IAM?

LDL < 55 mgdL ou < 50% do anterior com uso de estatinas em altas doses. Se necessário, pode ser acrescentado ezetimiba para atingir as metas.

35. No controle de DM em pacientes pós-IAM devemos dar preferência a quais classes?

Metiformina e inibidores do SGLT2 e agonistas do GLP1 se necessário.


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