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Neuromodulação em pacientes com angina pectoris refratária: uma revisão



Abstrato

O número de pacientes com doença arterial coronariana (DAC) que apresentam angina pectoris persistente apesar do tratamento médico ideal conhecido como angina pectoris refratária (RAP) está crescendo. As estimativas atuais indicam que 5-10% dos pacientes com DAC estável apresentam PAR. Em números absolutos, há 50.000-100.000 novos casos de RAP a cada ano nos EUA e 30.000-50.000 novos casos a cada ano na Europa.


O termo RAP foi formulado em 2002. RAP é definido como uma doença crônica (mais de 3 meses) caracterizada por DAC difusa na presença de isquemia comprovada que não pode ser corrigida com uma combinação de terapia médica, angioplastia ou cirurgia de bypass coronário.


Atualmente, existem poucas opções de tratamento para pacientes com PAR. Uma dessas opções de tratamento de último recurso é a estimulação da medula espinhal (ECS) com uma classe de recomendação IIB, nível de evidência B nas diretrizes da European Society of Cardiology de 2019 para o diagnóstico e tratamento de síndromes coronarianas crônicas.


O objetivo desta revisão é dar uma visão geral da neuromodulação como modalidade de tratamento para pacientes com PAR. Uma visão abrangente é fornecida sobre a história, o mecanismo de ação proposto, a segurança, a eficácia e o uso atual do SCS.


Palavras-chave: Doença arterial coronariana; Angina pectoris refratária; Estimulação da medula espinhal.









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